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quinta-feira, 25 de maio de 2017.   
Notícias
(11/11/2015)
Exame detecta um dos principais riscos de parto prematuro
Gestantes que participarem de pesquisa científica podem realizar ultrassom gratuito em 17 hospitais para identificar e evitar riscos de ter um bebê prematuro
Gestantes de todo o Brasil entre a 18ª e a 23ª semana já podem contar com um exame gratuito para detectar ao menos um desses riscos: o encurtamento do colo de útero

Estudo brasileiro da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) avaliou 30 000 partos e concluiu que 70% dos nascimentos prematuros ocorrem por causas espontâneas, que podem gerar encurtamento do colo do útero e sangramento vaginal.

Gestantes de todo o Brasil entre a 18ª e a 23ª semana já podem contar com um exame gratuito para detectar ao menos um desses riscos: o encurtamento do colo de útero. A iniciativa faz parte de uma pesquisa científica que pretende entender as melhores formas de se evitar o nascimento prematuro no Brasil e no mundo. Além de evitar o nascimento prematuro de seu bebê, as gestantes participantes do estudo receberão acompanhamento ao longo de toda a gravidez e ainda contribuem com a pesquisa científica que pretende prevenir o problema no país.

Liderado pela Unicamp, o estudo “Progesterona e Pessário cervical para Prevenir Parto Prematuro ou Estudo P5” terá duração de dois anos e espera beneficiar 30 mil mulheres em todo o país. “Pouco se sabe sobre as situações que disparam o trabalho de parto. Quando notamos que há um encurtamento no colo do útero, sabemos que essa mulher está sob risco de parto prematuro”, explica o pesquisador da Unicamp responsável pela pesquisa, Dr. Rodolfo de Carvalho Pacagnella. “O objetivo do estudo é atuar antes que o trabalho de parto se desenvolva”

Para acompanhar o comprimento do colo do útero e detectar riscos de encurtamento, o estudo P5 vai disponibilizar gratuitamente pelos próximos dois anos um exame de ultrassom específico em 17 hospitais espalhados pelo Brasil, todos vinculados ao Sistema Único de Saúde. Mulheres entre a 18ª e 23ª semana de gestação que aceitarem participar da pesquisa podem realizar o ultrassom transvaginal para medir o colo do útero e identificar alterações que podem levar a um parto prematuro. Basta agendar o exame por meio do site: www.prevenindopartoprematuro.com.br.

O ultrassom leva cerca de cinco minutos e a gestante sai do centro já com o resultado. Se nenhuma alteração for identificada, ela é aconselhada a seguir com seu pré-natal regular. Se o encurtamento do colo do útero for detectado, a gestante receberá acompanhamento especial para evitar o trabalho de parto prematuro. Serão fornecidas cápsulas de progesterona, um hormônio que a mulher já produz naturalmente, ou um anel de silicone para fechar o colo e diminuir a possibilidade de um nascimento antes da hora. Ambos são inseridos na vagina até o final da gestação. As participantes receberão acompanhamento regular da equipe até o parto.

Se você está grávida e tem menos de 18 semanas de gestação, informe-se sobre o estudo. A sua participação pode evitar o nascimento prematuro do seu bebê e beneficiar outras mulheres depois que os resultados do P5 forem divulgados.
Serviço para a gestante:
Para localizar o centro mais próximo e agendar o exame acesse o site oficial do projeto: www.prevenindopartoprematuro.com.br
Para saber mais sobre o estudo: Facebook/Prevenindo Parto Prematuro



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